sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Projeto Escolar - Trabalho de P.P.I.P (Isabella Hott)


Instituto de educação Professora Ismar Gomes de Azevedo
Práticas pedagógicas e iniciação a pesquisa – Margareth Amaral
Camila Dias n° 08
Isabella Hott n° 15
Ynara Kerolyn n° 45


                            PROJETO ESCOLAR


  • O que é projeto didático?
  • Quais as características de um bom projeto didático?
  • O projeto pode ser em mais de uma área?
  • É melhor criar um projeto ou aplicar um já testado?
  • Quando optar por um projeto?
  • Como fazer o planejamento?
  • Como criar justificativas?
  • Quais são os objetivos de um projeto?
  • Cada etapa de um projeto deve ter um objetivo?
  • Como antecipar as dificuldades dos alunos?
  • Todas as atividades devem ser em grupo?
  • Como apresentar a proposta à turma?
  • Quando é preciso replanejar um projeto didático?
  • Vale interferir para aperfeiçoar o produto final?
  • Quais as vantagens de um projeto?
  • Quais são as etapas de um projeto?
  • O que é delimitação do projeto?
  • Como avaliar os estudantes em um projeto didático?
  • Qual a importância da culminância?
  • Qual a relação entre projetos e leis?

 PLANEJAMENTO/PESQUISA:


  1. Sensibilize seus alunos;
  1. Anexos ou atividades a serem desenvolvidas;
  1. Desenvolvimento;
  1. Empreendimento;
  1. Questões práticas relacionadas com a construção do grupo;
  1. Acompanhamento Direcionamento.

AVALIAÇÃO:


  1. Elogios;
  1. Acompanhamento, avaliação e disseminação;
  1. Forma de avaliação;
  1. Avalie o projeto com a turma;
  1. Mostre os resultados.
FINALIZAÇÃO:

  1. Projeto final;
  1. Culminância.

        Projeto didático é um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolvem uma situação problema. Seu objetivo é articular propósitos didáticos (o que os alunos devem aprender) e propósitos sociais (o trabalho tem um produto final, como um livro ou uma exposição, que vai ser apreciado por alguém). Além de dar um sentido mais amplo às práticas escolares, o projeto evita a fragmentação dos conteúdos e torna os alunos co-responsável pela própria aprendizagem.

        Os projetos devem ser planejados muitos bem, seguindo um roteiro que pode ser feito de inúmeras formas, porém algumas características são essenciais, como, por exemplo, tema, objetivos, conteúdo, tempo estimado, material necessário, produto final, avaliação, entre outras.

      Sim, quantas mais áreas atingir, mais rico poderá ficar seu projeto.
Interdisciplinar: muitas disciplinas
Multidisciplinar: algumas disciplinas com o mesmo objetivo, só que separadas.
Transdisciplinar: algumas disciplinas juntas com o mesmo assunto

        Depende, é comum replicar boas práticas, porém você também pode criar um totalmente de acordo com as suas necessidades e os interesses da turma, afinal, um projeto nunca vai ser uma receita fechada, que o professor simplesmente lê e desenvolve em classe, as mudanças são necessárias, já que as características dos alunos e a realidade local são diferentes.

      Existem alguns conteúdos que são bem compatíveis com projetos, porém, o mais interessante é quando o assunto é do interesse da turma, nessa circunstância o projeto é uma ótima ferramenta.

        O primeiro passo é ter clareza sobre o que você quer ensinar, o que espera que os alunos aprendam e o que eles já sabem. Assim é possível garantir dois importantes critérios didáticos: a continuidade e a variedade de conteúdos ao longo dos anos. Feito um recorte no conteúdo, levando em conta a faixa etária da turma e as necessidades de aprendizagem, é preciso conhecê-lo a fundo e selecionar os materiais a ser usados. Só então são elaboradas as etapas. 

      As justificativas de um projeto relacionam-se ao motivo da criação do projeto e a relação dele com as características dos alunos, o que podem aprender com o todo esse processo.

      Os objetivos variam, eles referem-se ao que deseja alcançar com seus alunos a longo e curto prazo e são muito importantes, servem de norteadores.

        Sim. Apesar de o projeto necessitar de um propósito central (trabalhar comportamentos escritores, por exemplo), cada atividade deve ter o seu, sempre relacionado ao principal. Quando se sabe o que é preciso ensinar em cada momento, é mais fácil intervir e ajudar a turma a avançar.

        É preciso pensar em atividades específicas para estudantes com níveis diferentes de saber. Para contemplar todos eles, há três saídas: variar a complexidade das tarefas apresentadas, organizar os alunos em grupos e dar atenção àqueles que mais precisam. Para evitar problemas em relação a atividades como pesquisas, entrevistas e interpretação de dados, a solução é investigar as experiências que os estudantes tiveram anteriormente e, se necessário, reservar um tempo para o trabalho com esses procedimentos. Outra opção é retomar registros de atividades anteriores e verificar os pontos que vão necessitar de mais atenção durante o projeto.

        Não. Um bom projeto contempla atividades em que os alunos atuam sozinhos, em duplas e em grupos. Porém, como os projetos envolvem a turma toda e o produto final é uma obra coletiva, muitos pensam que tudo deve ser feito em equipe. É importante que as ações estejam articuladas entre si

        Primeiro passo é criar um clima de curiosidade. Para envolver a turma. O sucesso da estratégia está condicionado ao interesse despertado no estudante, valorizado como pesquisador e expositor do que apreendeu. O ideal é começar a conversa problematizando o tema e o produto final. Nesse caso, o recomendado é envolver os alunos na discussão sobre como chegar ao resultado esperado.

        Sempre, já que nunca o que foi previsto se confirma totalmente na prática. Em geral, o planejamento é ajustado e repensado a cada etapa vencida, de acordo com os indícios que os alunos dão sobre o que estão efetivamente aprendendo durante o processo. 

         Sim, mas desde que o objetivo seja fazer com que a própria turma aperfeiçoe o trabalho realizado.

        As principais vantagens de se trabalhar através de projeto é que a aprendizagem passa a ser significativa, centrada nas relações e nos procedimentos. Uma vez identificado o problema e formuladas algumas hipóteses, é possível traçar os passos seguintes: definição do material de apoio para a pesquisa, que será utilizado para a busca de respostas, de confirmação ou não das hipóteses levantadas. As ações a serem desenvolvidas evidentemente serão determinadas pelo tipo de pesquisa. O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, sintetizar etc.

        As etapas variam de acordo com o objetivo, mas o que sempre tem é o planejamento, pesquisa, avaliação e finalização, podendo ter mais etapas.

        Informar como irá “circunscrever” o assunto, o objeto de estudo Específico que irá pesquisar a área do conhecimento que o tema esta inserido.
Delimitação da área: as áreas do conhecimento são inúmeras e, por isso, devem ser claramente definidas para facilitar a pesquisa bibliográfica, fichamentos, arquivos etc.

        Delimitação do tema: a fim de que a realização do tema se torne possível, deve-se selecionar apenas um aspecto a ser abordado. Em cada nível de escolaridade essa escolha adota características diferentes.

         No caso dos projetos, são três os eixos de aprendizagem que podem ser considerados na avaliação: o conteúdo, o aprofundamento no tema,  a aproximação com a prática social relacionada ao produto final.
As respostas dadas pelos alunos ao longo do processo dão pistas sobre o que já foi compreendido e no que ainda é preciso avançar, assim como os momentos de sistematização dos conteúdos - quando a turma define com suas palavras os conceitos estudados.  Outra boa estratégia é, no fim de cada atividade, fazer uma análise das produções, que funcionam como um retrato da aprendizagem até aquele ponto. O conjunto delas pode revelar os avanços e os problemas enfrentados por cada um. Da mesma maneira, o produto final, em suas sucessivas versões, também mostra o percurso pelo qual o aluno passou.

        São duas as funções principais das cerimônias de fechamento de um projeto didático: dar ao aluno visibilidade para o processo de aprendizagem pelo qual passou e apresentar o trabalho da turma para a comunidade e os pais, que são estimulados a perceber o avanço de seus filhos. O evento só cumprirá esses dois papéis se estiver prevista a exposição dos objetivos de cada atividade realizada, dos registros das várias versões do produto final e das fotos que ilustram o processo. Fazer uma festa bonita não deve ser a maior preocupação da escola como é bastante comum, mas o mínimo de organização precisa ser garantido.

Desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em 1996, toda escola precisa ter um projeto político pedagógico (o PPP, ou simplesmente projeto pedagógico). Esse documento deve explicitar as características que gestores, professores, funcionários, pais e alunos pretendem construir na unidade e qual formação querem para quem ali estuda. Tudo preto no branco. Elaborar um plano pode ajudar a equipe escolar e a comunidade a enxergar como transformar sua realidade cotidiana em algo melhor. A outra possibilidade - que costuma ser bem mais comum do que o desejado - é que sua elaboração não signifique nada além de um papel guardado na gaveta.


Apresentamos aqui um roteiro com todas as etapas para criar um projeto.


1.         Série a que se destina
2.         Turma na qual esse projeto será trabalhado
3.         Definição do tema
4.         Justificativa
5.         Conteúdos trabalhados
6.         Definição dos objetivos gerais
7.         Definição dos objetivos específicos
8.         O Projeto e a proposta pedagógica da escola
9.         Metodologia ou procedimentos metodológicos
10.    Estratégia
11.    Atividades
12.    Recursos
13.     Duração


Algumas imagens com exemplos de projetos escolares, selecionamos de projetos relacionados ao meio ambiente.







Webliografia:

http://escoladoaprender.blogspot.com.br/2012/04/dicas-como-montar-um-projeto.html
http://pedagogiaaopedaletra.com/roteiro-para-elaboracao-de-projetos-2/
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/14-perguntas-respostas-projetos-didaticos-626646.shtml
http://www.pedagogia.com.br/projetos/como.php
http://www.educacional.com.br/projetos/comomontar.asp
http://www.mundodastribos.com/como-montar-um-projeto-educacional.html
http://ensinar-aprender.com.br/2011/04/como-montar-um-projeto-escolar.html

domingo, 22 de novembro de 2015

Instituto de Educação Prof Ismar Gomes de Azevedo.
Alunas: isabella Marinho(passeio ao Museu), Victória Oliveira(Visitas a Bibliotecas), Celma( Excursões)


Passeio ao Museu

Na atividade Um passeio pelas artes, vamos levar os alunos a um mundo mágico, onde eles poderão vivenciar e trabalhar com formas e cores.
A saída da escola é uma quebra na rotina,  visitar o museu deve ser um momento prazeroso e deve estimular os alunos a voltarem posteriormente com sua família, tornar os estudantes capazes de reconhecer e valorizar eventos, obras, e movimentos sobre a arte.

Objetivos

1) Realizar um estudo de meio que vá além de um simples passeio ou de um questionário a ser respondido pelos alunos após a visita;
2) Explorar o potencial educativo de museus e exposições para a disciplina de artes.
Antes da visita
Estratégias:                                
★  Escolha um museu ou exposição de arte em sua cidade ou numa cidade próxima e  agende uma visita.
★    visite a exposição antes de levar seus alunos.
★   Conte para seus alunos e prepare uma aula sobre o tema.
★    Leve imagens para a sala de aula e esclareça alguns conceitos sobre artes.
 ★   Explique para seus alunos o que é um museu, quais são as regras, por que não devemos tocar em obras de arte.

 A visita

. Converse com elas antes de sair da escola sobre como se comportar e como observar as obras.
. Durantea visita é importante controlar o comportamento das crianças, para que ninguém toque nas obras, faça barulho demais ou simplesmente se disperse.

 Depois da visita

.Inicie a aula comentando sobre a visita ao museu. Pergunte aos alunos o que eles mais gostaram.

Atividades para o ensino Fundamental:

Na sala de aula: Proponha atividades como redações, relatórios e desenhos sobre o passeio.

NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
CRIAÇÃO DAS OBRAS:
O próximo passo é os alunos criarem suas próprias obras. Com base na visita no Museu e no que aprenderam sobre a Arte, a proposta é fazer no Paint uma releitura de alguma obra, ou criarem as suas próprias.
Ajude seus alunos a conhecerem as ferramentas do programa Paint.


CONCLUSÃO DA ATIVIDADE

Para concluir a atividade, imprima todas as obras dos alunos e exponha no mural ou espalhem pelos corredores da escola.

Atividades paro a Educação infantil

Atividades com texturas:
são ideais para crianças de até 3 anos, quando o aprendizado está muito relacionado ao tato. Apenas tome cuidado com as turmas mais novas, para que elas não coloquem materiais perigosos na boca (para essa faixa etária, uma dica é usar tinta caseira, não tóxica, que não causa problemas caso seja ingerida).
Mesmo com crianças mais velhas, a brincadeira ainda desperta interesse, basta oferecer mais opções de texturas a serem manuseadas.
O professor pode, por exemplo, deixar que as crianças explorem texturas na sala de aula ou no pátio e, então, reproduzam as mais interessantes em suas obras de arte. Incentive a curiosidade e a descoberta com perguntas e orientação – mostre a elas como, por exemplo, passar a mão por uma superfície e fechar os olhos para sentir. Também estimule o vocabulário apropriado: liso, áspero, macio, seco, úmido, etc..

CONCLUSÃO DA ATIVIDADE

Para concluir a atividade,exponha no mural ou espalhem pelos corredores da escola as obras de arte dos alunos.


Visitas a Bibliotecas

É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Tendo conhecimento da importância da leitura,desenvolveria um projeto tanto para a Educação Infantil e Ensino Fundamental,que seria ''Biblioteca Cantinho da Imaginação".
Nem todas as escolas têm bibliotecas,por isso,o projeto pode e deve ocorrer dentro de sala  de aula,confeccionando um cantinho para que os alunos possam se sentir mais a vontade com o objeto "Livro''.

Educação Infantil

''Biblioteca Cantinho da Imaginação"
As atividades desenvolvidas:
.Apresentação e manuseio dos livros a serem lidos;
. Roda da conversa: apresentar e contar a história escolhida, mostrando a cada página sua imagem e criando suspense, levantando hipóteses sobre as situações;
.Levantar os pontos principais da história;
.Montar história em seqüência;
.Leitura de imagens;
.Recontar e dramatizar a história;
 .Contação de historias por professores e  por alunos;
.Leituras orais de histórias pelos professores;
.Dramatizar histórias e contos trabalhados.



 O Objetivo de Construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história.    

Ensino Fundamental

“A leitura é fundamental e deve ser garantida diariamente na rotina da criança, pois lhe assegura melhor desenvolvimento emocional, cognitivo e cultural “ (Alfabetização lingüística).
São realizadas as seguintes atividades:
. Apresentação de dramatização com contos.
 .Serão apresentados aos alunos os serviços prestados pela Biblioteca (aquisição de Cartão do Leitor, empréstimo domiciliar, pesquisas etc.), além de ser realizada conscientização para uso adequado do acervo da Biblioteca. Esta apresentação se dará de forma lúdica, com a utilização de teatro de fantoches.

.Ocorre momento de contação de histórias.
. São distribuídas aos alunos lembrancinhas com mensagens de incentivo à leitura.
Proporcionar meios divertidos e atraentes para contá-las através de fantoches, dramatizações e cenários coloridos proporcionando momentos de descontração que, na verdade, estabelecem a ligação entre aquilo que é real e o imaginário, tão presente no cotidiano das mesmas.
''Nave melhor do que um livro, para viajar longe, não há.''
Emily Dickinson

Excursões


As excursões podem ser culturais,recreativas ou informativas.Todas elas aproxima o aluno do "mundo real",nesses passeios é possível conhecer e aplicar o que aprenderam na escola.Contribuem para a socialização e são agentes facilitadores da aprendizagem,podem estar relacionados à conteúdos específicos ou podem ser interdisciplinares.
A excursão devem ser bem planejadas e precisam respeitar e serem adequadas à faixa etária.

Excursão para a ed.infantil:

seria passeios em parques ou praças com o auxílio de alguns funcionários da escola,dependendo do número de alunos.

Excursões para o fundamental:

seria visitas a zoológico,museus ou até mesmo viagens de dois dias também tem que ter todo auxílio de alguns funcionários,é da escola verificando se estar tudo de acordo.



sábado, 21 de novembro de 2015

Atividade 2 PP

 Jogos

 Na infância, o ser humano desenvolve várias habilidades motoras que serão aperfeiçoadas ao longo de sua vida, mas, para que isso ocorra, são necessários estímulos motores adequados à faixa etária. Tais estímulos podem ser alcançados com a utilização do brinquedo, das brincadeiras, e principalmente dos jogos, que concretizam seu objetivo no desenvolvimento da criança. Além disso, o jogo é uma forma lúdica de suprir a necessidade que a criança tem de conhecer, dominar e explorar possibilidades motoras que o seu meio proporciona.

  •   O jogo é um ato espontâneo de toda criança. O jogar deve fazer parte da infância.
  •   O jogo é um elemento de grande importância no cotidiano infantil. Além disso, podemos considerar que o jogo educa a criança e estimula a interação com o grupo, conversar e resoluções de problemas entre as crianças. Ele também ganha uma conotação educativa quando há intervenção do educador.

Trabalhando a cooperação e respeitando seus limites:

- Caminhada a dois: O jogo trabalha a comunicação e a afetividade entre os colegas. duplas de alunos amarram a perna na do colega, um do lado do outro, formando duplas. Eles devem caminhar pelo pátio, e isso só será possível coordenando os movimentos. A ideia é estabelecer o respeito pelo ritmo de cada um.








Trabalhando a corporeidade e desafiando o próprio corpo

- Esculturas Vivas: Para tratar de corporeidade, todos formam uma grande roda, e um dos alunos fica no centro do círculo. Todos se vendam, menos esse do meio, que deve fazer uma pose (por exemplo, de super herói). O educador deve descrever para os outros essa pose com dicas amplas (como dizer que um braço está levantado, mas não dizer qual deles), e as crianças, que apenas ouvem, devem tentar recriá-la. É uma maneira que vai muito além do movimento, é para que a criança consiga se expressar da maneira que ela quiser.





 Alunas: Isabella Marinho e Victória Oliveira.



Atividade de PP

Atividade de PP

Juntos nos Obstáculos / Circuitodos
Formar dois grupos onde os alunos iram juntos e “presos” com um elástico de costura.

Na quadra, colocar cones, bambolês, cordas. Fazer um circuito em que os alunos deverão passar todos juntos no elástico.

Variação: também pode-se marcar um tempo para os alunos realizarem a tarefa.



Alunas:Thamires e Tatiana

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Trabalho de P.P (Isabella Hott)


O brincar de faz de conta


        Neste trabalho iremos apresentar uma ideia de um jogo psicomotor para trabalhar em sala de aula, que estimulará a corporeidade e a cooperação, irá explorar diferentes atividades atividades corporais da criança, desafiará seu próprio corpo, mas que estará respeitando seus limites, e buscando sempre desenvolver  as bases psicomotoras.
        Essa brincadeira faz parte totalmente do universo infantil, é a forma com que a criança tem de descobrir e compreender o mundo que está a sua volta.
        Por todos esses motivos, escolhemos a brincadeira de "Faz de Conta", a seguir estaremos falando um pouquinho melhor sobre ela, e de como poderá trabalhar ela com seus alunos. Esperamos que gostem!        
        Não podemos negar que as brincadeiras de faz de conta tem um importante papel. O faz de conta é marcado por um diálogo que a criança estabelece com seus amigos. Conforme as crianças assumem os papéis, faz com que o desenrolar do enredo construído pelas interações das crianças seja sempre imprevisível. Com isso a brincadeira é sempre repleta de novidades.
        Por grande parte das vezes as crianças representam situações de seu dia a dia, a criança explora os temas que estão perto dela, por meios perceptuais, cognitivos e emocionais, criando mais espaço para a fantasia. Por exemplo, se ouviu uma história sobre piratas, vai brincar de pirata, se alguém da família está doente, vai brincar de doutor, e etc. Através do faz e conta podemos perceber muitas coisas sobre  a vivência da criança. Assim, ao brincar de faz-de-conta, as crianças, ao mesmo tempo em que desenvolvem importantes habilidades, elas trabalham alguns valores de sua comunidade.
        Essa brincadeira tende ficar mais complexa acompanhando o desenvolvimento da criança, conforme adquirem maior experiência de criação de situações imaginadas. No início duram minutos, depois vão ficando mais longas e elaboradas e envolvendo cada vez mais uma maior quantidades de crianças. 
        As crianças podem ainda construir brinquedos e cenários para suas brincadeiras, ajudadas pelos recursos que o professor lhes proporciona: materiais, sugestões, realização das ações mais difíceis, dentre outros.

Como funciona?

       A turma deve ser dividida em grupos de no mínimo 4 pessoas, dentro desses grupos as crianças deverão escolher seu tema que servirá como base (exemplo: conto de fadas, reino animal, trabalho e etc.), além disso devem ter os materiais para poderem se produzir de acordo com os personagens que irão representar, e deve ser disponibilizado materiais de sucata para que eles possam participar da confecção do cenário que desejarem utilizar. 
       A sala deve estar separada como em 3 estações, onde em cada ponto da sala os grupos deverão fazer algo diferente. Para atingir nossos objetivos, o primeiro ponto deve ser "O cantinho da representação", nesse espaço cada grupo irá representar a história que eles criaram juntos dentro do seu grupo, eles irão encenar seus papéis e tudo que irá compôr a história. O próximo ponto será "O cantinho da composição", onde cada grupo irá criar uma música, poema, texto ou poesia com base na sua história. E o último ponto deve ser "O cantinho da movimentação", nesse último momento os grupos devem representar através de uma dança sua composição anterior, que foi baseada na história criada por eles (no caso, a música, poema, texto ou poesia).
        Depois de todo esse processo onde cada grupo passará por cada estação, se encerra nosso pequeno circuito. Dependendo de como sua turma reage a uma competição pode ser feita através dessa dinâmica também, de modo que seja feita uma votação para eleger o grupo que realizou a melhor produção e criatividade.

Por que realizar?

        Para a turma experimentar e explorar o mundo e as convenções sociais vivendo situações com as quais estão acostumadas ou não. 

... 


        No faz de conta brincar é uma verdade, é uma atitude frente à realidade, é uma ação em que a criança toma conta, se envolve no tempo e no espaço, transformando cada brinquedo ou brincadeira em um recurso de aprendizagem.

        Na faixa etária dos 3 aos 7 anos, o faz de conta é a brincadeira que mais desperta o interesse da criança.

Cabe a nós, pais e educadores, estimularmos e motivarmos a criança para este exercício de desenvolvimento: 
  • Incitar as crianças para as brincadeiras;
  • Organizar espaços dentro de casa e na escola que enriqueçam as experiências lúdicas das crianças;
  • Facilitar a disposição de brinquedos em mobiliário acessível;
  • Participar da brincadeira respeitando o seu ritmo e sua imaginação;
  • Propor brincadeiras que envolva o seu universo cultural de sua comunidade;
  • Estar atento ao personagem que seu filho gosta de imitar, observando se for muito violento, mostrar outras opções;


No faz de conta a criança vive e revive situações que lhe causaram alegria, medo, tristeza e ansiedades, dando-lhe a oportunidade de expressar e trabalhar de forma mágica estes sentimentos e emoções tão difíceis de suportar, podendo compreendê-los e reorganizá-los na mente da criança deste cedo.

Mas porque as brincadeiras de faz de conta tão importantes? 


        Neste tipo de brincadeiras as crianças viajam o mundo dos adultos e vivenciam mesmo que no mundo da imaginação importantes experiências. 
Mas o que quero dizer com isso? 

1 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança se envolve no mundo dos adultos. Ela brinca usando situações do dia a dia, começando desta forma a entender o mundo, as suas responsabilidades e papéis na vida, e vivenciando também diferentes tipos de profissões.

2 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança aprende a se sentir no papel do outro. Elas experimentam diferentes posições, uma vez é pai, outra é mãe, policial, médico ou condutor de autocarros. Ela toma para si mesma diferentes pontos de vista e aprende a olhar o mundo "com outros olhos", do ponto do vista dos outros.

3 - Nas brincadeiras de faz de conta é "treinado" o comportamento social. A criança têm que vivenciar o seu papel e coordenar as suas ações com os outros envolvidos na brincadeira. Assim ela aprende a trabalhar em grupo, a ser tolerante, mas também a desenvolver e compartilhar as suas próprias ideias, através das quais se compromete a desenvolver o seu papel.

4 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança aprende a cumprir regras, necessárias para uma vida em sociedade. Ao longo da brincadeira as criança é levada a compreender para que existem as regras e entende que desta forma é mais fácil fazer coisas, que em outra situação seria difícil, mas que agora pertencem ao seu papel, como por exemplo dar uma ordem, mandar ficar em silencio ou mostrar perseverança.

5 - As brincadeiras de faz de conta ajudam a trabalhar situações vividas e ultrapassar medos. Se a criança reproduz numa brincadeira uma situação que está a vivenciar poderá compreendê‐la e torná‐ la mais fácil de viver.

6 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança pode encenar conflitos internos, como por exemplo: uma criança a quem não é permitido dizer palavras feias, vai deixar a sua boneca dizê‐las e ela no papel de mãe vai repreender a boneca/filha. Ela vivencia os dois lados da moeda.

7 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança desenvolve a linguagem e habilidades de comunicação, aprende vocabulário novo, aprende a se expressar melhor e a compreender os outros. Brincar de faz de conta é um mundo de aprendizagem e desenvolvimento do "eu".

E como podemos ajudar os nossos pequenos?

 * Colocando à disposição roupas, maquiagem, acessórios ajudam a criança a começar a brincadeira.
 * Ter ou construir objetos que possam ajudar a criança nesta viagem.
 * Ter utensílios de médico, de cozinheiro, ajudar a construir esse mundo de imaginação e brincar      junto ajuda muito para de seguida a criança se envolver e desenvolver sozinha ou com os amigos.

         
Imagens relacionadas:







E por aqui terminamos com nossas informações sobre essa brincadeira maravilhosa para nós e para as crianças e que é cheia de benefícios.

Obrigada por ter nos acompanhado até o final, e até a próxima!



  Webliografia:  

http://sofia-educarcomcarinho.blogspot.com.br/2013/02/brincar-de-faz-de-conta.html

Alunas: Camila Costa e Isabella Hott
Turma: 2003 c.n

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Trabalho de A.E (sucata) Isabella Hott



Instituto de Educação Professora Ismar Gomes de Azevedo
Alunas: Camila de Jesus n° 08 (pintura), Isabella Hott n° 15 (teatro), Isabella Marinho n° 16 (literatura), Victória Oliveira n°42 (cinema) e Ynara Kerolyn n° 45 (música)
Professora: Margareth Amaral

Turma: 2003 c.n

Arte e Educação

Analisar obras artísticas e exploração a partir da utilização de sucata

Pintura:

No presente trabalho, escolho artes plásticas, que é a criação de obras, como desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens, utilizando elementos visuais e táteis para representar o mundo real ou imaginário, em específico a pintura com o artista Cândido Portinari, pois o mesmo é famoso por retratar cenas do cotidiano brasileiro desde as colheitas de café até a industrialização do país. Portinari ingressou nas artes quando era bem jovem, estudou fora do país, porém, logo voltou para retratar a sua gente. Atuante na elite brasileira tinha como amigos poetas, jornalistas, escritores e diplomatas. Nesse período o atual presidente Getúlio Varas, atuava como mecenas, visto que o país passava por uma transformação na atitude estética com o movimento arte moderna. De mais de 5.000 de obras, escolho a obra ‘‘O café’’, pois a mesma ilustra bem o período e é um dos objetivos a serem alcançados (Reconhecer algumas relações sociais, econômicas, políticas e culturais que a sua coletividade estabelece ou estabeleceu com outras localidades, no presente e no passado.) e conteúdo de história, de acordo com o parâmetro curricular nacional, do segundo ciclo do ensino fundamental, cujo eixo temático refere-se a história das organizações populacionais.

Objetivos:
Compreender o contexto histórico do Brasil e a importância das obras artísticas;
Apreciar e valorizar as obras do Portinari e o estilo artístico;
Refletir e expressar os sentimentos artísticos através de sucatas.

Metodologia:
Explanação do conteúdo economia do Brasil;
Reconhecimento da importância da arte, do Portinari e seus estilos;
Criação de quadro refletindo sobre a obra do Cândido com sucatas.

Imagens:








Música:

A música possui um papel importante na educação das crianças. Ela contribui para o desenvolvimento psicomotor, sócio afetivo, cognitivo e linguístico, além de ser facilitadora do processo de aprendizagem. A musicalização é um processo de construção do conhecimento, favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, do respeito ao próximo, da socialização e afetividade, também contribuindo para uma efetiva consciência corporal e de movimentação. 

Música a ser trabalhada:

Foi na loja do mestre André
Que eu comprei um pifarito,
Tiro, liro, li um pifarito,
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do mestre andré.
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do mestre andré.
Foi na loja do mestre andré
Que eu comprei um pianinho,
Plim plim plim, um pianinho,
Tiro, liro, li um pifarito
Foi na loja do mestre andré.
Ai olé, ai olé,
Foi na loja do mestre andré.
Foi na loja do mestre andré
Que eu comprei um tamborzinho,
Tum tum tum, um tamborzinho,
Plim plim plim, um pianinho,
Tiro, liro, li um pifarito [...]
Tiro, liro, li um pifarito,
Tum tum tum, um tamborzinho,
Plim plim plim, um pianinho,
Zum, zum, zum, uma rabecão,
Teleco, teco, teco, um tamborim,
Blam, blam, blam, um violão,
Bum, bum, bum, um surdão,
Chique, chique, chique, um chocalho,
Rec, rec, rec, um reco-reco

Objetivos:
- Socializar através da música;
- Perceber e descobrir a importância dos instrumentos musicais para a música;
 -Desenvolver o respeito pela natureza através da música;
- criar alguns instrumentos musicais de fácil execução com materiais recicláveis.

Prosseguimento da aula:
1.      A aula começará com os alunos sentados formando um círculo no chão;
2.      Tocará a música;
3.      Pergunta sobre quais instrumentos foi pronunciada na letra da música, perguntar se conhece os sons que cada instrumento faz;
4.       Mostrar imagens e sons que todos os instrumentos ditos na música faz;
5.      Criar instrumentos com matérias recicláveis e explicar que o nosso lixo faz mal para o nosso planeta.

Imagens:




Literatura:

Artista: Rossana Ramos

Obra: "Na minha escola todo mundo é igual'

Sucata: Boneco(a)

Série: 3a

Por meio da literatura, o aluno satisfaz suas necessidades, sendo-lhe permitido assumir uma atitude crítica em relação ao mundo, advinda das diferentes mensagens e indagações que a literatura oferece.
Com tantas variações de livros, podemos trabalhar vários temas em sala de aula, temos o exemplo do livro: “Na minha escola todo mundo é igual” de Rosana Ramos, podemos discutir sobre as diferenças, e compreender que cada um de nóis tem a sua personalidade, o seu jeito de ser e que todos nós somos iguias apesar das diferenças.
Sugestão de Atividades:
Formar duplas, e fazer uma sucata com características de sua dupla, e discutir sobre as diferenças.

Objetivos:
Posicionar-se de maneira critica e construtiva, utilizando o diálogo como forma de mediar decições coletivas.
Desenvolver a consciência, o respeito pelas diferenças.

Imagens:



Cinema:

Autora: Cláudia Marina Lévay (1962-2013) 

filme: Tainá - Uma Aventura na Amazônia 

Modalidade: Ensino fundamental

Matéria: Geografia

Obra: O filme conta as aventuras de uma jovem índia órfã que vive com seu avô, o velho e sábio Tigê, em um recanto do Rio Negro, na Amazônia. Com Tigê, ela aprende as lendas e histórias de seu povo, convivendo intimamente com a floresta e seus animais. Aos poucos, Tainá torna-se uma guardiã da floresta e consegue salvar um pequeno macaquinho de cair nas garras de um traficante. Apelidado de Catú, o novo amiguinho passa a ser seu companheiro após a morte do avô. Protegida por um amuleto deixado por Tigê, Tainá segue na luta em defesa da selva. Perseguida pelo traficante, a indiazinha vai parar em uma pequena vila onde mora uma bióloga e seu filho Joninho, que a contragosto está acompanhando a mãe em suas pesquisas científicas. O convívio entre eles se torna difícil e Tainá resolve deixar a vila, mas Joninho, que já planejava uma "fuga" para pregar uma peça na mãe, a segue e agora terá que aprender com ela a sobreviver na floresta.
Reflexão sobre a obra:Este filme visa a valorização da floresta Amazônia que pode ser trabalhado em diversas áreas como: geografia, ciências, história e arte. A ética seria abordada em respeito a conduta humana,refletindo sobre as ações de shoba (traficante de animais) e seus ajudantes, até onde o ser humano seria capaz de ir para o beneficio próprio?Capaz de dar prejuízos ambientais, o trafico de animais e depredações da natureza.Não apenas a natureza e sim a população indígenas que hoje são consideradas uma postura correta ecológica já que usam os recursos naturais sem degradá-los.Desperta também um sentimento de valorização da nossa terra já que a maior parte da Floresta Amazônia encontra-se em território brasileiro.
 Depois de ser feita a exibição do filme, faria questionamentos sobre o mesmo e iria dialogar com a turma deixando expor suas opineis, revendo nossas maneiras de como podemos cuidar do meio ambiente. Atividade em folha para identificar a Amazonas; Logo depois faríamos a confecção dos objetos que seriam feitos por materiais de sucatas: cocar (folha de revista), chocalho (garrafa pet) e colar indígena (tampinha de garrafa).

Objetivos:
Conhecer e Refletir sobre a Cultura Indígena Brasileira;
Conhecer a região Amazônica;
Conhecer algumas tribos indígenas e sua linguagem cultural;
Produzir a arte indígena em sucatas;
Preservar a natureza e o meio ambiente.

Imagens:














Teatro:
Escolhi o teatro, pois é uma expressão artística muito antiga, que acompanha o homem até os dias atuais. O teatro é uma linguagem que provoca, sensibiliza, emociona. 
Vários estudos apontam o teatro como uma ferramenta muito importante no processo de desenvolvimento, por conta do seu caráter lúdico, assim, torna-se um elo fundamental nos processos de ensino-aprendizagem dos indivíduos.
A artista escolhida foi Maria Clara Machado.
A escritora, dramaturga, professora e diretora teatral Maria Clara Jacob Machado nasceu na cidade de Belo Horizonte, capital mineira, no dia 3 de abril de 1921. Ela se tornaria famosa por suas criações e transformações na esfera dramatúrgica direcionada para crianças.
A obra escolhida para ser trabalhada foi a peça teatral “A menina e o vento”.

Reflexão da artista por meio da obra:
Maria Clara viveu uma época de repressão anterior à ditadura militar, e usa esse contexto de forma lúdica, com personagens que vivem à margem da liberdade de expressão, de pensamento e de atitude. Quando se fala em liberdade também entra em discussão a questão da autonomia e da compreensão da vida. Em nosso tempo as crianças amadurecem cada vez mais cedo, deixando pra trás um mundo que ela acabou de começar a explorar: a infância.

Sinopse da obra:
Relata a história de uma menina chamada Maria, que junto com seu irmão Pedro, fogem de suas tias repressoras, pois elas os forçam a estudar a todo momento, lições de educação cívica. A tia educadora com suas regras do convívio social acha que se deve amar o Brasil por definição e imposição.
Então, as crianças resolvem se esconder em uma praia deserta, onde descobrem uma cova, e nela encontram o Vento (um personagem mitológico, em que representa a liberdade para a menina).
Maria se torna grande amiga do Vento, e juntos resolvem passear e viver muitas aventuras. Pedro conta que sua irmã sumiu, sua mãe e suas tias preocupadas vão procura-la.
A história se desenrola com muitas situações inusitadas enquanto tentam encontrar Maria. Nesse tempo a menina, conduzida pelo Vento, contempla todo o Brasil e, nessa lúdica viagem aprende a amá-lo e respeitá-lo de uma forma bem diferente da que suas tias tentavam ensiná-la.

A peça mostra um pouco da realidade que nos ensina o valor de conhecer e amar o nosso Brasil. Resgatar a importância da educação Cívica, mas não por imposição, e sim, incentivando a questão de que devemos conhecer e valorizar as diversas culturas do nosso país.

Série/Ciclo:
Tema: Cultura brasileira
Sucata: Caixa de leite ou papelão e palito de churrasco
Objetivos:
Socializar a classe através do teatro;
Valorizar a cultura brasileira;
Criar sucatas para a dramatização e preservar o meio ambiente.
Metodologia:
Explanação do artista e obra escolhida;
Contação de história e reflexão da forma que será trabalhada;
Confecção dos personagens e objetos;
Representação da história apresentada por meio do teatro de sombras.

Imagens:







Webliografia: 

http://www.portinari.org.br/
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro051.pdf
http://www.hotsitespetrobras.com.br/cultura/projetos/56/360
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1377
http://letras.mus.br/galinha-pintadinha/1830007/
https://musicanaescolaportal.wordpress.com/
http://www.republicaativa.com.br/#!a-menina-e-o-vento/c13cn

http://teatroemsala.blogspot.com.br/2011/02/importancia-da-vivencia-teatral-na_22.html