segunda-feira, 27 de abril de 2015

Espaço de arte na escola AE - Recuperação



Ateliê Criativo


      Ateliê significa o espaço em que o artista trabalha, principalmente com atividades manuais. Por exemplo um ateliê pode ser um espaço de pintura, escultura, costura, artesanato e outros. 
      Se trata de um lugar onde as crianças podem exploram ao máximo sua criatividade sem medo de serem reprimidas, para que as crianças tenham diferentes possibilidades de experiência com a arte.
      Na minha criação de um espaço de arte eu optei por criar um ambiente de ateliê, onde seria um lugar em que as crianças pudessem ficar tranquilas e com diferentes ferramentas, todos os materiais estariam aliados a propostas que permitiriam uma brincadeira livre, que se transforma em experiência estética, e que lhes permitissem expôr a sua criatividade, todas as suas ideias, através de pintura, desenho, recorte e etc.
      Achei uma forma bastante interessante de levar as crianças a arte de modo que venha a ser atrativo para elas,  com o objetivo de estimular a produção em artes visuais, discutir arte e cultura, deixando-as livres, e assim também me permitindo observar seus pensamentos, suas dificuldades, seus bloqueios através da arte, levando-me a um conhecimento maior do meu aluno sem que ao menos ele perceba.










Observação: As telas foram pintadas por mim e meu pai, e as latas de Nescau pintadas e enfeitadas por mim (criei cofres, mas fica a gosto de quem criar).



Webliografia:

http://www3.eca.usp.br/noticias/ateli-para-crian-ensino-da-arte-promo-o-da-educa-o
http://binahespacodearte.com.br/projects/atelie-para-criancas-linguagens-brincar/

Trabalho de: Isabella Hott N°15

Aula prática AE e PP


Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais:
Ser humano e saúde
 Assim como a natureza, o corpo humano deve ser visto como um todo dinamicamente articulado; os diferentes aparelhos e sistemas que o compõe devem ser percebidos em suas funções específicas para manutenção do todo. Importa, por tanto, compreender as relações fisiológicas e anatômicas. Para que o aluno compreenda a maneira pela qual o corpo transforma, transporta e elimina água, oxigênio, alimentos, obtém energia, se defende de invasão de alimentos danosos, coordena e integra as diferentes funções, é importante conhecer os vários processos e estruturas e compreender a relação de cada aparelho e sistemas com os demais. É essa relação que assegura a integridade do corpo e faz dele uma totalidade.












Bibliografia:
Parâmetros curriculares nacionais volume 4 ciências naturais.

Webliografia:
www.ensinar-aprender.com.br
www.professorajuce.blogpost.com.br
www.portaleducação.com.br
http://projetandonaeducaçãoinfantil.com.br


Instituto de educação professora Ismar Gomes de Azevedo
Camila, Ynara, Isabella, Mariana, Roberta e Júlia.
Turma 2003 curso normal

sexta-feira, 17 de abril de 2015


  • Apresentado pelas alunas: Celma, Rebeca Xavier , Andrielli , Ivanderson, Vitória Andrade , Victoria Oliveira


Plano de aula:
objetivo: Aplicar o conhecimento dos cinco sentidos.

Conteúdo: Cinco sentidos, tato, olfato, paladar, audição e visão.

Procedimento: Atividade na folha, recorte e colagem e brincadeiras.


Avaliação: Avaliação será feita através do recorte e colagem, onde veremos se a criança aprendeu.

Quando ensinamos os cinco sentidos as crianças, elas aprendem que quando elas sentem o cheiro de algo se chama olfato , quando sente gosto de algum alimento se chama paladar, e quando escutamos algum barulho se chama audição , quando tocamos em algum objeto ou pegamos se chama tato e em todo momento estamos usando a visão.

Atividade na folha:

Trabalhinho de recorte e colagem de um dos grupinhos 



Usando a Interdisciplinaridade

Como foi proposto para a prova de praticas psicomotoras e arte e educação que fizéssemos um plano de aula onde teria que envolver a ciência junto com a arte e a psicomotricidade de 6 a 8 anos, e com essa matéria resolvemos fazer o plano de aula com o tema animas, onde o objetivo inicial seria as crianças reconhecer os animas e conhecer as cores.


Plano de Aula
Série escolhida: 2º ano
Disciplinas envolvidas: Ciências, artes e práticas psicomotoras


Conteúdos
Objetivos
Estratégias
Recursos
Avaliação

Animais
Reconhecer os animais, conhecer as cores, explorar a coordenação motora.
Utilizar a música e a pintura
Usar atividades em folha e dinâmicas
Usar como critério a participação das atividades dinâmicas e observar se eles realmente atingiram o objetivo


Levamos atividades onde a criança pudesse perceber a diferença entre o cavalo e o leão, por exemplo. Uma de nossas atividades era de associar o animal com o lugar a onde ele vivia:



Na nossa segunda atividade foi proposto aos alunos que ligassem os animas aos seus devidos nomes:

Após as atividades em folha, fizemos a dinâmica da Abelinha. Explicamos as crianças que para se comunicarem umas com as outras, as abelhas usam o movimento do corpo, e então explicamos a brincadeira.
A brincadeira começava com uma pessoa que ia a frente e fazia um gesto ou um movimento, e então todas as outras deviam copiar o mesmo gesto e assim por diante até o último participante da brincadeira.

Na quarta atividade distribuímos vários folhas com animas diferentes onde os alunos deveriam pintar e escrever o nome do animal que recebeu. 

E por fim todos esses animas eram envolvidos em uma música da Xuxa- imitando os animais, onde pedimos para as crianças levantarem e ficarem de pé do lado dos seus lugares e conforme a música ia falando os animas eles deveriam imitar como esse animal fazia,
Bom a proposta foi lançada e bem recebida a turma interagiu e aceitou todas as atividades.


Esse aula foi apresentada em sala, pelas alunas: Isabela Marinho, Mayca Santos, Tatiana Menezes, Thamires Alves, Thayla de Souza e Kathllen Camille.

domingo, 5 de abril de 2015

Arte e Educação

 

Tangram e histórias


     Nós criamos resumidamente contando a história do tangram em um cartaz, dai as crianças formam os desenhos e escolhem um titulo e colamos expondo para a turma. Criamos histórias baseado no título que deram e em outro momento contar as histórias uma a uma para eles.
O nosso intuito era que as crianças desenvolvam as suas imaginações, concentração e coordenação motora.
      

                                                   ALUNAS: ISABELLA MARINHO E ANDRIELLY.

Arte e Educação

Cantinho Musical

A arte na educação é fundamental,necessário para que as crianças possam aprender novas culturas.Por isso fomos fazer um cantinho de arte,onde elas podessem aprender mais sobre a música usando instrumentos reciclaveis,com o tema:O coelho e o palhaço relacionados ao dia da páscoa e do circo.Cantamos músicas relacionadas ao tema,enquanto as crianças confeccionavam os intrumentos recicláveis. A Reciclagem é tão importante para a didática tanto para o meio ambiente.Porque ensinamos as crianças,como usar reutilizando estes materiais.




Todo material utilizado é reciclável


 Instrumentos musicais reutilizáveis
Benefícios para a criança: *Trabalha a psicomotricidade *Coordenação motora *Percepção(capacidade de conhecer) *Orientação *Estimular a comunicação *A socialização
Ao realizar este trabalho tivermos a certeza que forma de reutilizar estes materiais criando instrumentos musicais é uma experiência marcante para quem prática.Neste trabalho aprendemos tanto quanto ensinamos.

Alunas:Victória oliveira e Aline Silva.



Alunas : Thamires Alves , Thayla Souza , Rebeca Xavier




O tema que escolhemos foi o tangram, então de acordo com o que escolhemos resolvemos fazer o cantinho da matemática. O tangram pode estimular o raciocínio lógico das crianças, desenvolve a capacidade de concentração, orientação espacial e coordenação motora. Resolvemos trabalhar essa arte com a matemática, trabalhando assim números e formas geométricas. Fizemos um móbile com as imagens de Tangram confeccionadas por nós mesmas, colamos nas paredes as formas geométricas básicas e as que trabalhamos no tangram, colamos também números, assim a criança pode contar o número de peças do jogo. Além disso fizemos do nosso cantinho um lugar onde nossas crianças possam confeccionar seus próprios tangrans, com folhas ou até com cartolinas, disponibilizando também lapis de cor e canetinhas para que as imagens fiquem mais divertidas. Esse foi o meio que pensamos para que fosse trabalhado arte junto com as matérias essências do meio escolar

sábado, 4 de abril de 2015

O espaço da criação e a criação do espaço: arte na escola

O espaço da criação e a criação do espaço: arte na escola
Turma: 2003
Alunas: Júlia Souza e Isabella Hott


 Ensinar vai muito além da sala de aula, por isso, escolhemos  trabalhar com a arte hoje. A arte mostra um outro lado da criança que talvez, dentro da sala de aula, não iriamos conseguir enxergar. Através da pintura, do desenho, da colagem, da fotografia e etc., conseguimos ver a criatividade, a sensibilidade, a personalidade e a imaginação da criança.


                                            Atividades feita com o nosso acompanhamento

  O ateliê é um espaço privilegiado para experimentarmos nossa sensibilidade através de materiais diversos – argila, tinta, lápis, papel, madeira, água, terra,e às vezes pode-se utilizar também materiais do cotidiano da criança, como: latinha, plástico, panos, jornais e revistas e etc. O ateliê é um lugar eleito e reconhecido pelos artistas como “o espaço da criação”; já pelos educadores, em qualquer lugar que seja, o ateliê se apresenta como um espaço necessário para o “afinamento dos sentidos através da Arte”. O ateliê, espaço aberto por sua natureza, é um lugar onde cultivamos o tempo, um recorte no tempo do dia a dia para certas ações que parecem não caber nas atividades pragmáticas do dia a dia: desenhar, pintar, recortar, esculpir, colar... ações que nos transportam para outros territórios dos sentidos, da percepção e do conhecimento.

 
  É um lugar onde “coisas” singulares acontecem, onde desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, objetos, instalações, intervenções, livrinhos, cenários..., enfim, “coisas” são construídas e não têm uma função de uso imediata e, no entanto, nos acordam para outros espaços e mundos que nos habitam, que vivem dentro de nós e são materializadas em “formas” que constituem uma linguagem expressiva, poética, estética, formas que passam a existir fora de nós e para o mundo! E nos surpreendemos por esse fazer “aparentemente inútil”, acessando nossa sensibilidade, acordando um mundo de sentidos, de tudo aquilo que parece ser impossível e, no entanto, fazemos...
  No ateliê – o espaço da criação – passamos certo tempo realizando “coisas”, por vezes estranhas a nós mesmos. Esse lugar, congrega uma qualidade de tempo e espaço singulares, nos convidam para o território ilimitado da arte. A importância desses espaços dentro das escolas e instituições, bem como a importância de uma contínua formação de educadores, é fundante para facilitar, provocar e convocar o acesso à educação dos sentidos pelos sentidos: maneiras de inteligibilizar nossa sensibilidade e sensibilizar nossa inteligência.

                                      Atividades com o nosso acompanhamento.

 No ateliê são as linguagens expressivas e criativas que imperam e não as respostas prontas; não são as linguagens formatadas ou sabidas que circulam como veículo de expressão, comunicação e informação. Trata-se de explorar, através de materiais – comuns e incomuns, as formas que ainda não conhecemos, as técnicas que ainda não dominamos, as ideias que ainda não sabemos. E eis o grande mistério: são as perguntas, as dúvidas, os acasos, as brincadeiras e as estranhezas que nos movimentam neste espaço tão particular. O espaço da criação, seja para as crianças, os adolescentes, os adultos dispostos a passar pela experiência da arte. E esse tipo de fazer singular que acontece nos ateliês, através das extensões de nosso corpo – as mãos, as ideias, os pensamentos, a imaginação, a voz, o olhar. Parecem guiados, num primeiro momento, pelo simples prazer de fazer, não dando um certo objetivo, ou funcionalidade e resposta imediatas. Num segundo momento, esse fazer, que tem uma qualidade distinta de outras atividades, parece também informar as sensibilidades e conquistar inteligências e conhecimentos.

  Poderíamos aprender que o ateliê é um recorte no tempo e no espaço do cotidiano, independente de onde estiver localizado fisicamente, oferecendo a possibilidade de experimentarmos o ato da criação.
 A vivência das linguagens expressivas compreende o exercício do sensível e do inteligível e o nosso corpo é o instrumento fundamental para que as linguagens expressivas, criativas, poéticas, musical, corporal, visual, verbal conquistem uma forma no mundo. A escola é compreendida como o lugar aonde a criança vai todos os dias para aprender, adquirir, obter, e produzir informações, porta-voz sociocultural de um modo de aquisição de conhecimento. Quando a escola dispõe de um espaço e de um tempo para o ensino de arte, sem dúvida alguma, esse fato, em si, já nos coloca diante de uma postura educacional totalmente diferente da postura de uma escola que não comporta o ensino de arte; justamente por considerar a arte como uma disciplina que proporciona um sistema de aprendizagem através do cultivo dos sentidos e da sensibilidade. Quando se pensa no ensino da arte, representado pela existência de um espaço de ateliê, geralmente um espaço diferente da sala de aula (e mesmo quando se utiliza a própria sala de aula para aula de arte, por vezes, a formação da sala muda para atender às especificidades desse tipo de atividade, alterando seu significado simbólico e sua forma de funcionamento), o “espaço da criação” é visto como um lugar e um momento onde se faz um monte de coisas com as mãos.


 Imperceptivelmente, desenvolve- se uma noção errônea de que, nestas atividades, se encerra uma espécie de liberação de energias ou de habilitação da competência neuro-motora ou até quando se reporta a uma simples questão de arranjos de agenda escolar. Assim, é essencial recuperarmos a conexão substantiva entre os sentidos e a mente, a conjugação essencial entre a sensibilidade e a inteligibilidade justamente para que o ensino de arte não se desligue do ato cognitivo, para que o ato de aquisição de conhecimento não esteja ausente quando da nossa atuação corporal sobre os materiais. A hora da aula de arte nas escolas é o momento eleito para a criança experimentar, brincar, construir, jogar, inventar, experimentar, criar: espécie de contrato subliminar entre o educador e as crianças anunciando que agora é a hora da invenção! Por outro lado, corremos o risco de institucionalizar e burocratizar o lugar e o momento do próprio jogo da criação. Aqui reside um impasse entre a necessidade da existência de um tempo e de um espaço dentro das escolas para o ensino de arte, porém a própria arte, por sua natureza, parece querer quebrar estas regras e nos dizer que o espaço da criação pode residir em qualquer tempo e lugar.

 

 O conceito de ateliê, então, deveria ser revisitado. A aula de arte é, sem dúvida, o lugar e o momento em que podemos viver experiências que nascem do contato sensível com os materiais, além da possibilidade de articular estes materiais para construir “coisas”, por vezes inclassificáveis. E será a partir desta conquista de “forma” que virá à tona a representação simbólica através das várias manifestações da linguagem visual (desenho, pintura, escultura, cerâmica, gravura, fotografia, marcenaria, vídeo, instalação, performance e outros). A aula de arte, de fato, funciona como um recorte em nosso cotidiano: recorte simbólico por um lado e, por outro lado, recorte absolutamente concreto proporcionando uma qualidade diferenciada da nossa percepção habitual. Talvez possamos estender o espaço da criação para fora dos muros do ateliê, da escola, dos museus para também se instalar na própria vida e assim acordarmos os ingredientes essenciais do jogo da criação: desejo, intenção, observação, memória, imaginação, vontade, disponibilidade, curiosidade, disponibilidade, flexibilidade. O gosto pelo jogo da criação estabelece vínculos profundos entre o adulto e a criança, entre o educador e o educando, entre os sujeitos que se apropriam de suas identidades e alteridades, sempre, em qualquer lugar, e em qualquer espaço.


 
Obs: Algumas das atividades acimas são apenas exemplos de atividades que podem ser realizadas no ateliê.

              




Contação de História

 Contação  de História 
Turma: 2003 
Alunas : Kathllen Camille , Mayca , Tatiana Menezes .



A contação de histórias é um precioso auxílio à prática pedagógica de professores na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A contação de história instiga a imaginação, a criatividade, a oralidade, incentiva o gosto pela leitura, contribui na formação da personalidade da criança envolvendo o social e o afetivo. 
A contação de histórias é uma atividade fundamental que transmite conhecimentos e valores, sua atuação é decisiva na formação e no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. As histórias são uma maneira mais significativa que a humanidade encontrou para expressar experiências que, nas narrativas realistas, não acontecem. A contação de histórias, além de pertencer ao campo da educação e à área das ciências humanas, é uma atividade comunicativa. Por meio dela, os homens repassam costumes, tradições e valores capazes de estimular a formação do cidadão. Por isso, contar histórias é saber criar um ambiente de encantamento, suspense, surpresa e emoção, no qual o enredo e os personagens ganham vida, transformando tanto o narrador como o ouvinte. O ato de contar histórias deve impregnar todos os sentidos, tocando o coração e enriquecendo a leitura de mundo na trajetória de cada um. A contação de histórias está ligada diretamente ao imaginário infantil. O uso dessa ferramenta incentiva não somente a imaginação, mas também o gosto e o hábito da leitura; a ampliação do vocabulário, da narrativa e de sua cultura; o conjunto de elementos referenciais que proporcionarão o desenvolvimento do consciente e subconsciente infantil, a relação entre o espaço íntimo do indivíduo (mundo interno) com o mundo social (mundo externo), resultando na formação de sua personalidade, seus valores e suas crenças. A capacidade de imaginar permite que o ser humano crie uma habilidade de entendimento e compreensão de histórias ficcionais, pois nossa vida apenas é entendida dentro de narrativas. As histórias nos transmitem informações e abrangem nossas emoções. É por esse motivo que algumas pessoas se sentem receosas ao trabalhar com crianças e jovens em desenvolvimento. A história tem um papel significativo na contribuição com a tolerância e o senso de justiça social, podendo criar novos rumos à imaginação, podendo ser eles bons ou ruins. Sendo assim, a reformulação da literatura infantil foi de extrema importância para que a sua função social e individual pudesse respeitar as especificidades e necessidades da intencionalidade que a história possui e quer transmitir para a criança. Além, é claro, da adequação condizente com a faixa etária.






A contação de histórias é um momento mágico que envolve a todos que estão nesse momento de fantasia. Ao contar histórias, o professor estabelece com o aluno um clima de cumplicidade que os remete à época dos antigos contadores que, ao redor do fogo, contavam a uma plateia atenta às histórias, costumes e valores do seu povo. A plateia não se reúne mais em volta do fogo, mas, nas escolas, os contadores de história são os professores, elo entre o aluno e o livro. O ato de contar histórias é próprio do ser humano, e o professor pode apropriar-se dessa característica e transformar a contação em um importantíssimo recurso de formação do leitor. Inúmeras são as possibilidades que o uso da contação de histórias em sala de aula propicia. Além de as histórias divertirem, elas atingem outros objetivos, como educar, instruir, socializar, desenvolver a inteligência e a sensibilidade. A literatura não está recebendo um estímulo adequado, e a contação de histórias é uma alternativa para que os alunos tenham uma experiência positiva com a leitura, não uma tarefa rotineira escolar que transforma a leitura e a literatura em simples instrumentos de avaliação, afastando o aluno do prazer de ler. Porque, para formar grandes  leitores críticos, não basta ensinar a ler. É preciso ensinar a gostar de ler com prazer, isto é possível, e mais fácil do que parece.